A Ervilha Cor de Rosa
weblog dolls illustration about Rosa Pomar

janeiro 12, 2007

neighbourhood

neighbourhood
Finalmente um post sobre um assunto recorrente que não o dos slings (se bem que sem estes provavelmente não estivesse a ser escrito): bonecos, aqui na vertente chamada character design (e, por falar em design, vale a pena ver isto que correu a net recentemente). O livro chama-se Neighbourhood e é uma compilação de imagens de vários bonecos construídos a partir de formas básicas num exercício de cadavre exquis, fotografados nas suas várias fases (veja-se o site e a página da editora Victionary). Gostava de ter estado aqui. O livro já está nos meus wists (este exemplar foi-me só emprestado) e é o mais interessante, dentro do género, que tenho visto.

Há alguns meses saíu o Mascotte2, sobre o mesmo tema, em que participei ao lado da Débora, da Ana e de muitos outros, mas este Neighbourhood é de longe mais interessante. Para compensar, já saiu o número da revista Dpi intitulado Character Art, onde os meus bonecos também aparecem, juntamente com uma entrevista (em Chinês e Inglês). Espero que a cópia que me prometeram chegue em breve...

neighbourhood

 

outubro 02, 2006

37 semanas

dragone
...quer dizer ir cortar o cabelo e pedir à Sabine um corte ainda mais wash and go (sem precisar de pente, secador ou espelho) do que o costume, ver a barriga mesmo nas fotografias em que não se pensava incluí-la, sonhar tanto acordada como a dormir e cada vez mais com a cara e cada bocadinho deste bebé, comprar soutiens de amamentação da marca que melhores provas deu no campeonato anterior e agradecer aos designers da Pepe Jeans terem resolvido integrar na nova coleccção o mesmo feitio de blusas para gente sem e com perímetros abdominais acima de 1m. E também quer dizer muitas outras coisas.

A rósea grávida da fotografia vem de um dos melhores livros que a E. recebeu este ano: a história de Drago (por Soledad Bravi), o dragão guarda-florestal que cospe água em vez de fogo, e de Dragone, a imprevidente dragoa que fala por paráfrases.

 

agosto 08, 2006

calor

bookcrossing
A contar de baixo, os livros dos últimos dias e dos próximos, a provar que o calor em excesso faz mesmo mal ao juízo. De trás vinha o excelente último romance da Zadie Smith (três dias mais nova do que eu), mas com a subida da temperatura (e a E. de cama durante dois dias) a coisa descambou, primeiro para aqui, depois para aqui e agora para este exemplo consumado da chamada chicklit. O que se segue já é mais a sério, assim o clima o permita.

BookMooch: através do Make: Blog, acabo de descobrir mais um site para quem gosta de ler e de partilhar livros. Vou explorar.

 

junho 16, 2006

incentivo à leitura

capas
Um dos blogs que sigo mais atentamente é o Yarnstorm. Pelas fotografias, pelas cores, pelos textos, mas se calhar sobretudo por a Jane Brocket misturar como ninguém quilts e bolos com livros (tanto assim que foi recentemente plagiada).

O único livro não infantil que comprei na feira do livro deste ano (na Plátano havia livros do Babar a cinquenta cêntimos cada um!) foi O Visconde Cortado ao Meio (Italo Calvino, Teorema, s.d.). Foi por um triz que a capa, a fazer lembrar o grafismo medonho de quase todos os manuais escolares, não me demoveu. Se não fossem o bom tempo e a nostalgia do acontecimento ida à feira do livro de há usn 20 anos atrás acho que não o tinha trazido. A verdade é que me revejo totalmente neste post da Jane, que vou sempre a correr ler o livro antes de ver o filme e que já comprei livros pela capa. Deve ser por isso que trago mais livros da secção em língua estrangeira da fnac do que de qualquer outra (em Portugal o económico e portátil paperback parece ser uma tipologia esquecida e as boas capas são a excepção) e que, depois de dez minutos em frente à prateleira, não consegui trazer para casa um único romance do Eça de Queiroz (e são vários os que ainda não li).

Na fotografia, duas edições (da mesma tradução) do mesmo livro que adoro. A da esquerda está nas livrarias. A bonita (capa de João da Câmara Leme), com sorte, nos alfarrabistas. Apesar de agora ter as duas (comprei a mais recente por não saber da mais antiga) li a obra por outra, ainda mais saborosa por mais viajada e partilhada.

 

abril 27, 2006

freed any good books lately?

bookcrossing
Nestes dias de baixa dormi e li. Entre segunda-feira e hoje fui do divertido e agora número-um-na-lista-de-livros-a-recomendar-a-amigos-com-desgostos-amorosos On Love (do mesmo autor do livro e documentário Status Anxiety) ao fim de um How to be Good que estava quase há dois anos a apanhar pó na estante (coisa que é suposto envergonhar uma bookcrosser e de facto envergonha) e sigo para o Sense and Sensibility (guardo os livros da Jane Austen para ir lendo um por ano - é como comer uma sobremesa especial muito devagarinho). Sempre que acabo de ler um livro chegado às minhas mãos via BookCrossing (sobre o qual já escrevi aqui e em muitos destes posts) fico com vontade de libertar uma prateleira deles. É o caso deste How to be Good, que fica à disposição da primeira pessoa* que (ler bem em Inglês e que) me enviar uma private message (ou seja um email via BookCrossing) com a sua morada segue para a bookcrosser Neftos*. Happy BookCrossing!

*e, espera-se, de outra depois dela, e de outra depois dela e assim sucessivamente.

 

abril 21, 2006

♥ (1500º post)

livors livros livros
Avisada pela Débora de que novos livros velhos tinham aparecido nas prateleiras da livraria Sá da Costa, passei por lá esta manhã. É um dos meus pontos de passagem periódicos em busca de preciosidades e, como quase sempre, vim satisfeita e carregada, desta vez com treze livros por dezassete euros, quase todos destinados a serem oferecidos (porque acho que não há prenda que mais goste de dar do que os meus livros preferidos). À minha espera estavam:

peter lippman
A Grande Fuga de Peter Lippman (Lisboa, Plátano Editora, 1977) de que trouxe nem mais nem menos do que quatro exemplares. A história parte do célebre mito urbano e conta como um grupo de jacarés sobrevive nos esgotos de Nova Iorque e prepara o regresso à Flórida natal. Nos Estados Unidos o livro está esgotadíssimo (como cá, aliás) e, pelo se pede por ele parece ter atingido o estatuto de livro raro.

os mecos
Três aventuras d'Os Mecos (Helena Rosa e Eduardo Delgado, Lisboa, Plátano Editora, 1981), uma colecção catalã (?) pouco conhecida que eu adorava (e que chegou a ser editada em Inglês).

satomi ichikawa
Mais um Nuno e Carolina (Satomi Ichikawa, Nuno e Carolina dão a volta ao Mundo, Lisboa, Verbo, 1986). Comprei-o para mim e mais pelas ilustrações do que pelo texto, que neste como em vários outros livros da colecção não é grande coisa. Não sabia nada sobre a autora mas depois de uns minutos na amazon e de ver que ela tem um coelho chamado La La - &hearts - (!!!!!!) acrescentei uma série de títulos à minha wishlist.

E mais: Iela e Enzo Mari, O Ovo e a Galinha, Sá da Costa, 1995; Erika Ertl, Mirabela e a Vassoura Mágica, Bertrand, 1978 (vivam os livros sobre bruxas pré-Harry Potter!); Laurent de Brunhoff, Babar em Nova Iorque, Plátano, 1981.

Livraria Sá da Costa Editora
Rua Garrett, 100-102
Lisboa

 

abril 19, 2006

um dia em cheio!

Gyo Fujikawa
O Um Dia em Cheio (Oh What a Busy Day no original) foi o meu livro de casa da avó preferido durante anos (provavelmente até ter descoberto o baú de revistas Disney dos anos cinquenta, com as magníficas aventuras desenhadas pelo Carl Barks). Depois de anos sem o ver tive hoje com a minha irmã uma sessão de fogo de artifício mental enquanto percorríamos cada uma das ilustrações. Eu nem tenho nada de especial contra a Anita, mas a Verbo não podia reeditar antes livros como este, esgotados há anos?

Gyo Fujikawa
O que sou eu? Já experimentaste fingir que eras alguém que não és?

Gyo Fujikawa
Os grandes amigos

Gyo Fujikawa
Que sorte! Um charco de lama!

Gyo Fujikawa
Palavras simples que tornam o mundo melhor.

Gyo Fujikawa
E tu, quando fores crescido?

Gyo Fujikawa

 

março 16, 2006

...

livros

Livros novos e livro velho novo:

Mori-kun the Child of the Forest, uma história protagonizada por bonecos de pano de Yuriko Watanabe.
Dressed soft toys: Animal families, para a minha colecção de livros antigos deste género (imagem).
Stitch 'N Bitch Crochet: The Happy Hooker: Encomendei-o sobretudo pelas excelentes instruções para quem quer aprender a fazer crochet (ou passar a saber fazer mais do que andar à roda, como eu). Inclui a receita da Camilla para fazer um boneco como os dela!

...e ainda, uns lindíssimos cartões da Brandy Agerbeck.

Mais sobre sacos: um post da Claire sobre os sacos de sacos de plástico e estes todos feitos com materiais recuperados.

Vontade de usar brincos por causa destes da Margarida.

(e ainda não me passaram os Brokeback Mountain blues).

 

janeiro 31, 2006

civilização

caroline dale snedeker
Se há livros que pesaram, mais ou menos conscientemente, na escolha da licenciatura que fiz foram estes. Como o tricot foram-me apresentados pela Irene, a mais velha e sábia da então geração mais nova da família. Primeiro O Golfinho (que continua a ser editado na língua original e foi um dos primeiros livros de letras pequeninas que li, talvez aos oito anos), depois o Theras e a sua cidade e finalmente A Filha Esquecida. A Ilha Branca, da mesma autora, trouxe-a há poucos dias de um alfarrabista (porque a Civilização nunca os reeditou), não sei se a pensar que a E. lhes pegará um dia com o mesmo gosto ou convencida de que lendo-o estarei de novo entre o mar e o areal quase deserto de um Verão de há vinte anos. Anyway lembrei-me hoje outra vez deles por causa desta série que ontem vi com uma versão actualizada desse deslumbramento.

 

janeiro 19, 2006

isto não é um pote

balão

"É um Pote Muito Útil", disse Puff. "Cá está ele. (...) E é para pôr coisas dentro. Pega!"
Quando Inhon viu o pote, ficou muito excitado.
"Que bom!" disse ele. "Vou pôr o meu Balão neste Pote!"
"Não pode ser, Inhon", disse Puff. "Os balões são muito grandes para caber dentro de Potes. O que se faz com um balão é, segura-se no balão ——"

A. A. Milne, Joanica Puff (ed. A Regra do Jogo, 1974. Trad. Manuel Grangeio Crespo).

fita métrica

 

dezembro 29, 2005

crafting japanese

aranzi aronzo
A Aranzi Aronzo foi a primeira marca crafty japonesa que conheci e o livro que encomendei há já mais de um ano continua a ser um dos meus preferidos. Hoje recebi da Mitiko, com quem tenho trocado surpresas (porque com elas falamos muito melhor do que por palavras), este outro, cheio de projectos fáceis e lindos.

Doumo arigatou gozaimashita!

aranzi aronzo
aranzi aronzo
aranzi aronzo
aranzi aronzo
aranzi aronzo

ISBN 4579110765

> Crafting Japanese

 

outubro 14, 2005

isaurinha

isaurinha
Isaurinha Ensina a Ler e Os Brinquedos do meu Avô são dois dos meus livros infantis portugueses preferidos. Foram publicados nos anos 90 pela Terramar e desconfio que nunca tiveram o destaque que deviam, porque aparecem frequentemente nas feiras de livros em saldo. O autor chama-se Pedro Cavalheiro e as personagens são na verdade o avô, os brinquedos do avô e dois tios seus, re-imaginados a partir de memórias e de lindíssimas fotografias (reproduzidas nas últimas páginas). Já tinha falado da Isaurinha aqui e, agora que a E. anda fascinada pelas letras, fui buscá-los à prateleira e já ganharam o prémio de livros do momento.

 

setembro 23, 2005

mothernidade

manual da mãe moderna
andrea
O dia de ontem, na loja, para além de muito movimento, foi marcado por um acontecimento especial: a chegada, pelas mãos da simpática Andréa, de não um mas dois exemplares do Mothern. Manual da mãe moderna, dedicados e autografados pela Juliana Sampaio e pela Laura Guimarães e ainda por cima embrulhados em chita brasileira. O Mothern foi um dos primeiros blogs que frequentei regularmente (e até hoje) e um dos poucos que sempre achei que fazia sentido editar em papel. Festejei a saída do livro, procurei-o sem sucesso nas livrarias portuguesas e agora vou deliciar-me a reler alguns dos melhores conselhos para a maternidade que recebi até hoje. Obrigada, Ju, Laura e Andréa!

Durante a tarde ainda houve tempo para mais uma entrevista e para ver partir vários bonecos.

 

agosto 22, 2005

a arte popular em portugal

boneca de trapo
Boneca de trapo (Douro Litoral)

menino
Pastor (Cabeço da Neve, Serra do Caramulo)

boneca

boneca

050822_artpop.jpg

imagens retiradas do terceiro volume de A Arte Popular em Portugal, dir. por Fernando de Castro Pires de Lima (Editorial Verbo, s.d.).

 

agosto 20, 2005

emma

emma
Tempo para ler.

 

julho 19, 2005

velho novo

compras
Compras recentes:

- Baltasar e Barnabé, de Éva Janikovsky e László Réber, na Ler Devagar. É a história de dois cães gémeos que não gostavam nada de ser confundidos um com o outro e é quase tão bom como o outro livro que temos desta dupla de autores.
- Pontos de bordados, comprado por impulso num alfarrabista, mas com alguns motivos deliciosos.
- Caderno Quadriculado das edições Serrote (um maço deles para a gaveta das coisas-bonitas-que-convém-ter-à-mão-para-quando-é-preciso-desencantar-uma-prenda-de-repente).

Ainda a propósito de bordados, a Mimi tem alguns motivos para bordar fora de série (mais aqui).

Japão:

- Maminka: ilustratora, bonequeira, etc.
- Pooka: revista para crianças.
- ISBN#4576050753: mais um livro apetecível só pela capa.

pontos de bordados
Imagem tirada do livro Pontos de Bordados, Série de Bordados Âncora, n.º 5 [1950-1960?].

 

maio 24, 2005

share the love

lullaby
A generosidade é a ideia principal por trás do BookCrossing, um site/conceito genial nascido em 2001 e cujo combustível é o amor aos livros e à leitura: se gostas de um livro partilha-o, seja deixando-o numa paragem de autocarro à espera que um desconhecido o leve ou emprestando-o aos teus amigos ou às pessoas que também gostariam de o ler.

Conheci o BookCrossing em Junho de 2003 e tornei-me logo adepta. Na altura, com a E. acabada de nascer, descobrir uma imensa biblioteca à distância da minha caixa do correio foi uma maravilhosa surpresa. Li muito e muitos livros que de outra forma provavelmente não teria descoberto, desenhei um logotipo alternativo e uma série de etiquetas que andam por aí, aprendi a reciclar envelopes e a usar as taxas especiais para livros dos CTT, fiz amigos (olá Mariana), conheci muitas pessoas e tirei o pó a muitos dos livros das nossas estantes, pondo-os a correr mundo. Um desses livros, o Lullaby, regressou ontem a casa depois de ser lido por mais doze pessoas, cá em Portugal e noutros países. Para comemorar o acontecimento, decidi criar um Bookring para partilhar um livro japonês com modelos e instruções para fazer Teddy Bears. Está aqui.

 

maio 10, 2005

♥ amazon.jp

livros japoneses
Há uns meses, partilhei o entusiasmo da Hillary (já é o segundo link para ela hoje) com este livro. Acrescentei-o à minha wishlist e deliciei-me com a tradução do texto. Pouco tempo depois, vi a capa deste outro reproduzida na revista Milk e pedi a um amigo japonês para me ajudar a procurá-lo. Juntei ainda mais uma aventura das irmãs Chiri e Chiriri e o resultado foi a melhor das encomendas que já fiz na amazon.jp. O livro Cadeaux fabriqués avec amour par les parents pour leurs enfants é uma luminosa produção franco-nipónica e o conteúdo corresponde exactamente ao título. Através dele fiquei a conhecer, entre outras coisas, mais estas mamãs prendadas.

 

maio 06, 2005

...

sugar for my honey
Uma jarda inteirinha do magnífico tecido da Hillary e dois livros do urso Corduroy oferecidos pela Maria. Espero conseguir fazer um saco com o tecido. Gosto muito de sacos de pano daqueles muito simples, em pano cru, com alças grandes que chegue para irem ao ombro e que quando estão vazios se dobram e não ocupam espaço nenhum. Ando sempre com um desses dentro da mochila. O Corduroy entrou para o top de ursos da E. e os dois livros têm estado sempre por perto desde que chegaram. O meu top de ursos será eternamente liderado pelo Joanica Puff, no original ou na tradução perfeita de Manuel Grangeio Crespo. E depois do Puff (adaptações da Disney não incluídas), vem o Petzi, claro.

PS (1): O açucareiro veio de uma minhas lojas preferidas, a Pollux. É português e feito naquele plástico pesado que já se vê pouco. De cada vez que lá vou têm menos e em menos cores. Só espero que não tenham deixado de os fabricar.

PS (2): Os livros do Petzi deviam ser reeditados. Suponho que os senhores da Verbo não tenham percebido que nós que os lemos e adorámos em pequenos estamos reproduzir-nos e adorávamos comprá-los outra vez. Já pensei em escrever uma carta à editora a dizer isso mesmo. Talvez até conseguisse reunir mais umas assinaturas...

 

abril 21, 2005

share the isbn

japanese books
Mesmo atrasada, não podia deixar de tomar parte nesta iniciativa da Hillary. Depois de visitados os vários weblogs que participaram e as páginas criadas especialmente para o efeito (como esta e esta) reparei que a maior parte dos livros japoneses que tenho já tinham sido divulgados. Sobraram estes:

4776201135: bolsas, mobiles, chinelos e muitos outros objectos criados com recurso a desenhos de crianças, no estilo dos trabalhos da Lizette Greco.

457911017X: babetes, sapatinhos, bolsas e brinquedos feitos com retalhinhos de tecido e tricot.

4579107624: excelente livro para aprender a fazer teddy bears a sério, com articulações e tudo como deve ser.

4901378074: não ensina a fazer nenhum boneco - é uma história protagonizada pelas criações de uma das minhas japonesas favoritas: Yuriko Watanabe.

Nota: Parece óbvio mas já percebi que não o é para toda a gente: os modelos publicados nestes e em quaisquer outros livros do género são propriedade dos seus autores e não podem ser usados com fins comerciais - isto é para vender - a não ser que digam expressamente o contrário.

 

março 21, 2005

mothern

A Laura e a Ju são autoras daquele que é de certeza o mais bem conseguido e bem sucedido dos mom blogs em língua portuguesa. Mais do que um blog, o Mothern é um verdadeiro manual da maternidade responsável mas bem-disposta, e é escrito com aquele sentido de humor e jeito que só encontro nos americanos, sejam eles do Norte ou do Sul. Eu já visto a camisola há um ano e agora mal posso esperar por ter nas mãos o livro. Parabéns, meninas!

 

janeiro 11, 2005

a grande fuga

silas.jpg
A Grande Fuga, de Peter Lippman (edição da Plátano do original The Great Escape), foi um dos meus livros preferidos em pequena. Ontem, ao subir a rua e já atrasada, não resisti a parar para fotografar o protagonista Silas, que espreitava de dentro de um contentor do lixo.

 

outubro 17, 2004

reedite-se (1)

Há meses que tenho a ideia de fazer uma lista dos livros que mais me marcaram em criança. Alguns li-os emprestados, outros emprestei-os eu e nunca mos devolveram e a maioria nunca foi reeditada. Gostava que a E. tivesse a possibilidade de os ler um dia, não porque ache que não há bons novos livros mas por aquilo que estes em particular representam para mim e pela importância que sei que tiveram na minha formação.

O primeiro da lista (que tentarei ir acrescentando todas as semanas) não o é de forma nenhuma em importância. Cruzei-me com o nome dele por acaso enquanto procurava uma edição europeia do dvd dos Mumins (a série de bonecos animados baseada nos livros de Tove Jansson) para tentar atenuar a actual obsessão da E. pela toupeirinha. Constatei ontem, numa rápida ida à fnac, que a secção de dvd para crianças é ainda mais limitada do que eu previa. Regressei obviamente de mãos vazias.

Voltando ao livro da semana:

Jim Botão e Lucas o Maquinista de Michael Ende (que também escreveu Momo e A História Interminável, outros dois livros de que gostei muito e que ainda não esgotaram). O livro foi editado nos anos 80 pelo Círculo de Leitores numa colecção chamada Arlequim.

A página da Amazon.com tem alguns textos sobre o livro. No país onde nasceu parece continuar a ser popular, e até deu origem a uma série de animação... Em Português, há um exemplar registado no BookCrossing.

 

setembro 28, 2004

mais livrinhos de ouro

little golden books
Cheios de pó e com as páginas tão surradas que ainda não decidi se vão continuar a existir como livros velhinhos ou renascer com outra forma (como esta?): The Shy Little Kitten, Little Boy with a Big Horn (estes estão mesmo em mau estado), The Saggy Baggy Elephant e The Little Eskimo (os dois em edição mexicana).

Quanto ao carimbo, e em resposta aos comentários, é feito com um printing kit que comprei já há uns anos e que adoro. Hoje em dia estes kits são difíceis de encontrar, mas as versões da Trodat são óptimas e arranjam-se em qualquer grande papelaria.

Graças à iniciativa da Ale, as mina de Sampa também vão tricotar em público (por cá, já somos 17!).

E ainda:
Mon Tricot: um blog de Brasília para quem não tem medo de agulhas.

 

setembro 17, 2004

curtas

Good night, little bear
Outro Little Golden Book que adoro é este Good Night, Little Bear ilustrado por Richard Scarry, ilustrador responsável por boa parte da minha bagagem gráfica (será que se pode dizer tal coisa?) de criança (sobretudo por causa do livro What Do People Do All Day, que em Português se chamava Quando eu for grande).

Porque a E. resolveu atribuir-lhe hoje o prémio de livro do momento (ou seja, porque tivemos de lho contar vezes sem conta), reparei pela primeira vez no boneco-bolacha. Outro projecto para a minha lista interminável.

Lãs e agulhas:

Cachecol fair trade com lãs tingidas e tricotadas à mão pelas índias Quecha.

Laughing Hens: loja on-line inglesa de lãs das mais apetitosas (dica da Hilda).

Nah Guav's Cool Crochet and Knit Links: blog repertório de links (e mais links).

Knitting Meetup: tenho a certeza que entre o Porto e Braga há interessadas e curiosas mais do que suficientes para criar um grupo nortenho de tricotadeiras. É só alguém carregar no botão que diz start a meetup group e passar a palavra (eu ajudo).

 

setembro 16, 2004

pequeno livro de ouro

The Very Best Home for Me
€1, foi quanto custou ontem este Little Golden Book num alfarrabista aqui perto. A minha mãe tinha-o em pequenina e vi-o vezes sem conta em casa da minha avó. Tinha-me esquecido da existência dele mas reconheci-o mal vi esta cópia (...a tartaruga parecida com o meu avô, a página em que o cão tem um olho esquisito...). Trouxe-o para a E., apesar do estado em que estava (pensei que se não o pudesse aproveitar como livro daríamos de certeza algum destino às ilustrações).

The Very Best Home for Me
Tiradas as fitas-cola amarelecidas e restaurada a lombada com tecido ficou com outro aspecto. Podia ter ficado mais bonito mas pelo menos está resistente.

A história é muito invulgar: uma série de animais vivem na mesma casa e partilham sem atritos todas as tarefas domésticas. Só à hora da refeição surgem os problemas: cada animal gosta de comida que desagrada aos outros. Decidem então separar-se e assim ficam muito mais felizes.

restauro
Para a Ágata e para a Ana, links para aprender a fazer tricot:

My Craft Book: passo a passo, com fotografias.
The Yarn Co: passo a passo, com ilustrações.
Seventeen Scarf: instruções para fazer um cachecol compriiiido (aqui está a tabela de conversão dos tamanhos das agulhas).

 

setembro 15, 2004

a boneca solitária e outras histórias

edith
Chama-se Edith & Mr. Bear e é um livro estranho mas lindíssimo, protagonizado por uma boneca-Lolita (recentemente reproduzida, mas a meu ver com muito pouco sucesso - não é nem de longe nem de perto tão bonita como a original).

Por causa deste livro encontrei este e este e fiquei apaixonada pelas ilustrações da Ruth Brown.

10 Tips on Writing the Living Web via Meia de Leite.

Aos poucos, vai aparecendo mais gente para tricotar.

 

setembro 07, 2004

samba life

Samba Life!!
Quando descobri o site da Yuriko Watanabe, e porque tenho o sonho de fazer um livro assim um dia (ainda tenho muito que aprender), perguntei ao Kenichi se não queria alinhar noutra troca. O livro chegou ontem acompanhado de uma colecção de postais com as personagens e é ainda mais bonito do que eu tinha imaginado. O envelope trazia ainda, para além de vários desdobráveis da editora cheios de coisas apetitosas, umas castanholas do Anpanman e balões de papel para a E.

Doumo arigatou gozaimashita!
Thank you Kenichi!

 

setembro 05, 2004

chiado, mouraria

books and spices
Não trouxe o que ia comprar ao Centro Comercial da Mouraria, mas renovámos o stock de especiarias e já podemos fazer dahl outra vez.

Na livraria Sá da Costa, onde a E. se pôde perder entre as estantes e passear ao colo das empregadas, encontrei últimos exemplares de O Pintor e o Pássaro (de Max Velthuijs), A Árvore e A Maçã e a Lagarta (de Iela e Enzo Mari) e o Your Book of Knitting and Crochet, de Mauriel Goaman (estava lá desde 1968, ano em que foi editado, e custou €0,34).

Depois do jantar, não quis (ela) sair casa dos avós sem ser agarrada ao This is Munich.

(...à procura destes livros descobri outro)

E, a sério: The-Safety-Pin (via O Sopro do Coração).

 

agosto 08, 2004

chuva = livros

livros
Já conhecia as ilustrações de Georg Hallenleben e foi por gostar tanto delas que comprei há uns anos o delicioso Gaspar et Lisa au Musée). Agora a Ambar (a mesma do material escolar, que já tinha tido a boa ideia de publicar a série Foxi & Meg do André Letria) está a editar uma nova colecção irresistível (pelo menos a E. acha): Penélope.

Para mim comprei um livro de bonecas que já andava a namorar há anos: Fruits, uma selecção da conhecida revista japonesa.

(o tecido, com mais de 20 anos, é da Sanderson e lembrei-me de o usar quando vi o delicioso gato de linho da Izumi)

às 04:19 PM

 

agosto 06, 2004

envelopecrossing

memoirs of a geisha
Apesar de ser um dos meus desportos favoritos, tenho praticado muito pouco BookCrossing (acabei agora de ler o Memoirs of a Geisha, que me impressionou bastante mais do que eu estava à espera).

às 10:45 AM

 

julho 13, 2004

doumo arigatou gozaimashita (2)

arigatou
Não percebo nada de futebol. Limito-me a concordar com tudo o que a Isadora diz sobre o assunto e se não fosse o F. (e os meus alunos a matraquear-me diariamente com isso) continuava a não saber responder à pergunta de que clube é que és?.

Acontece que o meu usagi viajou para o Japão num envelope cheio de selos do Euro 2004 e que por isso um amigo da Mitiko (que gosta muito de futebol e estava a torcer pela equipa portuguesa) me perguntou se eu não lhe enviava também a ele uns selos destes em troca de qualquer coisa.

Já prevenida quanto à habitual generosidade dos japoneses, acabei por juntar aos selos uma espécie de caderneta para os colar e um cachecol da selecção comprado nos correios (agora podia fazer um post sobre o cachecol que vi à venda com a letra d'A Portuguesa que começava Neròis do mar (sic) e continuava no mesmo estilo...).

troca

O Kenichi recebeu a encomenda e parece ter gostado. Do Japão chegaram-nos hoje dois maravilhosos livros do Taro Gomi (Todos hacemos caca e My Friends), um brinquedo de desenhar e apagar com a cara do Anpanman que a E. adorou e ainda um postal fantástico.

anpanman
Thank you, Kenichi!

 

junho 01, 2004

kawaii!

kawaii!
Quando descobri este livro não lhe consegui resistir. É em japonês mas os desenhos e esquemas são tão bons que não faz mal.

 

abril 27, 2004

therapy

bookcrossing
é quase estúpido o gozo que me dá recuperar e usar de novo os envelopes em que os livros me chegam.

 

abril 23, 2004

dia do livro

há já uns meses que não libertava um, mas hoje é um dia especial.

(e continuo ufana do meu livrinho voador)

às 10:05 AM

 

abril 10, 2004

função

o gnomo

 

março 25, 2004

passa a outro e não ao mesmo

bookcrossing
já chegaram os sacos do livro voador.

às 09:13 AM

 

março 15, 2004

heather has two mommies

...relativamente à questão da adopção por casais homossexuais, por muitas voltas que dê a minha posição continua a ser: não consigo ser contra.

aqui fica um excelente (e histórico) livro (para crianças) que li sobre o assunto.

 

fevereiro 23, 2004

the handmaid's tale

gosto de me deixar impressionar por um livro. de querer lê-lo muito devagar para durar mais tempo.

este, como muitos outros, chegou-me às mãos via bookcrossing. não conhecia a autora nem o enredo, nem me lembro do que me levou a querer lê-lo. tem-me feito companhia antes de adormecer. e um bocadinho de medo também.

às 08:02 PM

 

janeiro 07, 2004

o fantasma da ópera

bookcrossing

a cátia falava emocionada do fantasma da ópera.

 

dezembro 04, 2003

balanço de leituras de 2003

melhor livro recente: lullaby, de chuck pallahniuk.
melhor livro clássico ou não muito recente: o barão trepador, de italo calvino (seguido, isabel, de pride and prejudice, de jane austen).
melhor livro dos que não teria lido se não fosse o bookcrossing: nervous conditions, de tsitsi dangarembga.
li-o e tive de ir a correr comprar uma cópia para mim: as horas, de michael cunningham.

às 11:41 AM

 

novembro 29, 2003

dear z., if you happen to stop by

grande

grande

tenho a certeza de que a e. vai adorar este livro. tanto como eu.

às 08:32 PM

 

novembro 09, 2003

em volta

envelope

muitas vezes as coisas em volta das coisas dão mais prazer que as coisas propriamente ditas.

 

novembro 07, 2003

parental advisory

 

novembro 02, 2003

bookcrossing

bookcrossing
tempo para ler.

às 09:19 AM

 

setembro 16, 2003

take me to your reader

às 06:10 PM

 

julho 17, 2003

vacinas + ben-u-ron


mesmo cheia de trabalho não resisti a fazer uma nova etiqueta para os livros do bookcrossing

às 04:18 PM

 

julho 15, 2003

pensar de pernas para o ar é uma boa maneira de pensar


estivemos no porto.
no porto pode-se andar com o carrinho de bebé na rua porque os passeios são de cimento e não de empedrado. fazer a avenida de frança é uma maravilha (bem, pelo menos até meio) e fazer qualquer avenida lisboeta, impossível. andámos de metro e na bela bombaça do walter.

acabei de ler as horas e fui a correr comprar o mrs dalloway (os clássicos da penguin estão a .2.24 na fnac!).

voltei à faculdade com a e. para encontrar o meu querido mestre.

às 04:59 PM

 

junho 30, 2003

quando as aulas acabavam começava a ler

não que não lesse no resto do ano, mas era diferente. junho julho agosto setembro, livros juvenis e livros que tirava quase à sorte das prateleiras dos meus pais e que lia também, às vezes com pouco proveito mas com a mesma fome. lia noite fora e se o livro pedia ao acordar lia manhã dentro. e quando fazíamos as malas para seguir rumo ao algarve (mas era o nosso algarve) escolhiam-se os livros a levar: cinco, seis, sete por cabeça e depois acabavam e íamos a lagos buscar mais e liamo-los ao sol e à hora da sesta.

às 01:41 PM

 

junho 27, 2003

ainda

de volta do bookcrossing. mais um blog colectivo (quem não tem que fazer faz blogs), dedicado à dita prática. entretanto, um dos livros que "libertei" foi encontrado por outra pessoa e registado no site. fiquei tão contente...

às 01:11 PM

 

junho 24, 2003

são os últimos dias da minha licença de parto

felizmente nos tempos mais próximos eu e a e. vamos continuar juntas. como estamos convalescentes mantemo-nos por casa (e o céu azul a chamar lá fora), ela a treinar os seus novos truques (segura larga puxa tosse tosse ri) e eu a estudar xhtml.

não tenho notícias dos livros e quase que aposto que ainda lá estão, ou no mesmo sítio ou atrás do balcão, à espera de quem pergunte por eles.

às 04:35 PM

 

junho 23, 2003

afinal foram dois


libertados na ler devagar há bocadinho (lá em cima, na salinha dos livros infantis). quem será que os vai apanhar?

às 04:18 PM

 

bookcrossing

conhecia projectos semelhantes mas não este. vi a reportagem no público de ontem e achei uma ideia fantástica. hoje à tarde também vou "libertar" um livro :)

às 12:47 PM

 

janeiro 23, 2003

...

Death is more than love or is it. Art is more than love or is it. Love is more than death and art, or not. This is the subject. This is the subject. This is it.

salman rushdie

às 07:55 PM

 

junho 16, 2002

adília lopes

a adília lopes deve ser um bocadinho maluca e consta que tem muitos gatos (muitas das pessoas de quem gosto são um bocadinho malucas). eu não conheço a adília lopes. um dia vi-a a tomar café e tive vontade de lhe dizer olá, gosto muito do que escreve (e também gosto de gatos, desde que não façam xixi onde não devem). quando a vi pela primeira vez, a fazer uma performance num armazém pelos lados do conde-barão, não percebi se era uma pessoa ou uma personagem, mas emocionei-me na mesma. ainda não resolvi esta dúvida mas já não estou interessada nisso. no ano passado fiz como exercício para a escola umas ilustrações para as crónicas da vaca fria (que a adília lopes escrevia para o público) e e ainda as acho bonitas.

A Bela Acordada

"Era uma vez uma mulher que tão depressa era feia era bonita, as pessoas diziam-lhe:
- Eu amo-te.
E iam com ela para a cama e para a mesa.
Quando era feia, as mesmas pessoas diziam-lhe:
- Não gosto de ti.
E atiravam-lhe com caroços de azeitona à cabeça.
A mulher pediu a Deus:
- Faz-me bonita ou feia de uma vez por todas e para sempre.
Então Deus fê-la feia.
A mulher chorou muito porque estava sempre a apanhar com caroços de azeitona e a ouvir coisas feias. Só os animais gostavam sempre dela, tanto quando era bonita como quando era feia como agora que era sempre feia. Mas o amor dos animais não lhe chegava. Por isso deitou-se a um poço. No poço, estava um peixe que comeu a mulher de um trago só, sem a mastigar.
Logo a seguir, passou pelo poço o criado do rei, que pescou o peixe.
Na cozinha do palácio, as criadas, a arranjarem o peixe, descobriram a mulher dentro do peixe. Como o peixe comeu a mulher mal a mulher se matou e o criado pescou o peixe mal o peixe comeu a mulher e as criadas abriram o peixe mal o peixe foi pescado pelo criado, a mulher não morreu e o peixe morreu.
As criadas e o rei eram muito bonitos. E a mulher ali era tão feia que não era feia. Por isso, quando as criadas foram chamar o rei e o rei entrou na cozinha e viu a mulher, o rei apaixonou-se pela mulher.
- Será uma sereia ? . perguntaram em coro as criadas ao rei.
- Não, não é uma sereia porque tem duas pernas, muito tortas, uma mais curta do que a outra . respondeu o rei às criadas.
E o rei convidou a mulher para jantar.
Ao jantar, o rei e a mulher comeram o peixe. O rei disse à mulher quando as criadas se foram embora:
- Eu amo-te.
Quando o rei disse isto, sorriu à mulher e atirou-lhe com uma azeitona inteira à cabeça. A mulher apanhou a azeitona e comeu-a. Mas, antes de comer a azeitona, a mulher disse ao rei:
- Eu amo-te.
Depois comeu a azeitona. E casaram-se logo a seguir no tapete de Arraiolos da casa de jantar."

in Adília Lopes: Obra, Lisboa, 2001.

às 04:22 PM

 

março 22, 2002

the dull day

the dull day is a triumph of the human spirit, and boredom is a luxury unprecedented in the history of our species. dc

às 06:20 PM

 

25 últimas entradas

neighbourhood
37 semanas
calor
incentivo à leitura
freed any good books lately?
♥ (1500º post)
um dia em cheio!
...
civilização
isto não é um pote
crafting japanese
isaurinha
mothernidade
a arte popular em portugal
emma
velho novo
share the love
♥ amazon.jp
...
share the isbn
mothern
a grande fuga
reedite-se (1)
mais livrinhos de ouro
curtas

Arquivo mensal

março 2007 (17)
fevereiro 2007 (25)
janeiro 2007 (24)
dezembro 2006 (19)
novembro 2006 (12)
outubro 2006 (23)
setembro 2006 (22)
agosto 2006 (22)
julho 2006 (26)
junho 2006 (30)
maio 2006 (30)
abril 2006 (20)
março 2006 (23)
fevereiro 2006 (25)
janeiro 2006 (39)
dezembro 2005 (31)
novembro 2005 (43)
outubro 2005 (39)
setembro 2005 (49)
agosto 2005 (42)
julho 2005 (45)
junho 2005 (56)
maio 2005 (54)
abril 2005 (56)
março 2005 (55)
fevereiro 2005 (34)
janeiro 2005 (41)
dezembro 2004 (39)
novembro 2004 (31)
outubro 2004 (35)
setembro 2004 (45)
agosto 2004 (49)
julho 2004 (35)
junho 2004 (54)
maio 2004 (42)
abril 2004 (33)
março 2004 (33)
fevereiro 2004 (32)
janeiro 2004 (18)
dezembro 2003 (15)
novembro 2003 (17)
outubro 2003 (25)
setembro 2003 (11)
agosto 2003 (2)
julho 2003 (14)
junho 2003 (37)
maio 2003 (34)
abril 2003 (9)
março 2003 (16)
fevereiro 2003 (6)
janeiro 2003 (6)
dezembro 2002 (2)
novembro 2002 (5)
outubro 2002 (7)
setembro 2002 (4)
julho 2002 (16)
junho 2002 (34)
maio 2002 (1)
abril 2002 (4)
março 2002 (16)
janeiro 2002 (2)
dezembro 2001 (1)
novembro 2001 (14)
outubro 2001 (12)
setembro 2001 (30)
agosto 2001 (38)

Junho 2001 - Outubro 2003
Arquivo por categoria

Afinidades (71)
Artsy (7)
Bairro (14)
Bonecas (só imagens) (27)
Bonecas à venda (4)
Bonecas vendidas (1 - 50) (43)
Bonecas vendidas (101 - 150) (44)
Bonecas vendidas (151 - 200) (43)
Bonecas vendidas (201 - 250) (36)
Bonecas vendidas (251 - 300) (35)
Bonecas vendidas (301 - 350) (31)
Bonecas vendidas (351 - 400) (20)
Bonecas vendidas (401 - 450) (23)
Bonecas vendidas (451 - 500) (26)
Bonecas vendidas (501 - 550) (95)
Bonecas vendidas (51 - 100) (49)
Crafts (237)
Crafty tour of Lisbon (9)
Da escolinha (21)
Das minhas bonecas (geral) (143)
De ouvir (26)
Gravidez (32)
Gravidez 2 (35)
Ilustração (61)
Imagens (50)
Knitting = Tricot (59)
Livros e BookCrossing (56)
New York (51)
Posts técnicos e www (92)
Quilting (42)
Receitas (17)
Recortes de imprensa (28)
Res civica (34)
Shop = Loja (8)
Sonhos (5)
Vida de mãe (207)
Vida de mãe de 2 (25)
Xyz... (149)

Weblogs que leio sempre

5 dos que leio às vezes

Crafty weblogs

Os conteúdos deste weblog
estão protegidos por uma
Creative Commons License.
Todos os textos e imagens são
da autoria de ,
excepto quando indicado.

Silkscreen Font by Jason Kotte
Discotech Font by Fontalicious
Anti-Spam help by The Enkoder

Technorati Profile

Syndicate this site (XML)

Alojamento por Weblog.com.pt

Powered by Movable Type 3.2

Made on a Mac

 

 

counter

 

eXTReMe Tracker